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 Ana VIII

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Anatoly Cherno
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MensagemAssunto: Ana VIII   Qui Ago 11, 2016 4:35 pm

~ Pessoal ~

• Nome: Anatoly Cherno VIII
• Alcunha:
• Sexo: Feminino
• Idade: 28
• Altura: 1,71
• Peso: 65kg
• Raça: Humana
• Localização: Ageen - Hariel
• Moedas:
Reis: 0 - Princes: 25

~ Classe ~

Citação :
• Classe: Necromante
-Exp: 1/100

~ Atributos ~

Sp: 9

• Dano: 0
• Poder Magico: 5 + 2 (Class)
• Inteligencia: 2 + 2 (Class) + 2 (Raça)
• Acerto: 3
• Esquiva: 2
• Resistência: 1
• Bloqueio: 1
• Carisma: 6
• Velocidade de Ataque: 3

~ Vantagens e Desvantagens ~

Vantagens
Citação :
• Atraente: Olhos bonitos, traços delicados, voz melodiosa... Algo em sua aparência chama à atenção. ( Você recebe +2 em carisma quando realiza uma tentativa de utilizar de seu charme )
• Aparência Inofensiva: Por algum motivo – ser uma mulher, parecer fraco, ser de tamanho Pequeno... – você não parece perigoso. Isso faz com que seus inimigos hesitem antes de atacá-lo. ( Você recebe +2 em carisma quando realiza uma tentativa de enganar alguém com sua aparência ou quando tentam desconfiar de você )

Desvantagens
Citação :
• A raça humana é odiada por todas as outras. ( Desvantagem: Má Fama )

~ Aura ~

Citação :
• Tipo: A individualidade "Karma - Expansão" é focada em expandir a habilidade magica do usuario, pessoas que possuem esse tipo de aura são mais habilidosos com a magia que é aprimorada.
-Exp: 1/100


~ Equipamentos ~

• Cabeça:

• Torso:

• Mãos:

• Calça:

• Botas:

• Acessório l:

• Acessório ll:

~ Mochila ~

-x-

~ Pessoal² ~

•Aparência:
Citação :
Olhos de cor azul bem clarinho com uma pequena auréola verde ao redor da pupila, rosto bem jovem (apesar da idade) e não costuma usar muita maquiagem. Cabelos curtos e ruivos, mas que normalmente se encontram presos por uma tiara ou um chapéu que lembram de uma freira. Usa brincos de argolas com uma fitinha presa na parte inferior e que esvoaça com o vento, da mesma tonalidade de suas madeixas.
Está sempre de vestido com decote, que é bem justo ao seu corpo, apresentando um tanto de sua silhueta. É aberto na área das pernas, de forma frontal, o que deixa à mostra suas coxas com uma cinta-liga que segura suas meias 7/8 brancas, calçando uma bota de salto pequeno que lembra de um bufão, por ser pontuda. Nas mãos, usa luvas brancas com a ponta dos dedos vermelhas, o que combina bem com sua imagem.
Apesar de ser magra, seus peitos são fartos e seu rosto um tanto redondo, não aparentando sua idade próxima dos trinta. Tem um toque de nobreza em sua imagem, então não é de costume trajar peças simples (como camisetas ou coisa que a plebe normalmente usaria), apesar de não ter problema algum em usar, apenas não prefere, o que, em casos de necessidades, a permite usar de qualquer coisa.

•Personalidade:
Citação :
É uma pessoa empática, se importa muito com o que os outros sentem ou como vivem, preocupando-se com todos. Além disso, é também bem centrada, firme e é quase que uma educadora, pois gosta de olhar para trás e ver a evolução dos outros, normalmente lidando mais com crianças e se alegrando ao ver o progresso básico, como leituras.
Não tem paciência para discutir, preferindo ficar quieta quando em contato com algo que não irá para frente, mas não desperdiça tempo quando é algo importante. Seus ideais são seus e permanece quieta como que ciente da ignorância do próximo e querendo implicar isso.
Por sua profissão de necromancia, já viu muita morte e isso não a afeta, sendo meio fria nesse quesito. Diferente da maioria dos necromantes que tem uma aparência mais obscura, Anatoly é uma pessoa até que bem alegre e que acredita no crescimento de todos.

•Historia:
Citação :
Nascida em Ageen em uma família que não se diria abastada, mas também não fazia parte dos “zumbis”, cresceu tendo alguns luxos. Quando pequena, brincou com diversas crianças, preferindo passar seu tempo com brinquedos ou brincadeiras imaginárias como “casinha” do que aquelas que exigiam movimentações constantes, tornando-se assim um tanto fraca e sendo frágil, cresceu sem chamar muita atenção.

Anatoly não gostava de seu cenário, o trabalho braçal constante, o peso do maquinário, o cheiro de metal onde quer que andasse pela cidade, a constante do vapor que era despejado pelas ruas, formulando névoas constantes em determinados horários que a deixavam enjoada, cansada daquela imagem rústica, faltando beleza pela cidade. Com alguns acordos com seus pais, resolveu sair viajando pelo reino para se descobrir, afiliando-se a um grupo de viajantes que faziam a guarda própria e percorriam os reinos.

Alguns dias de acampamento, movimento constante (que a esgotavam), conhecer o mundo além das fábricas e tecnologia era algo intrigante. Não era como se gostasse, mas era diferente. Era tudo tão mais vivo, mais orgânico. Preferia nunca retornar para Ageen se não fosse necessário.

Certa vez, parou por Arshelia e lá, envolveu-se com a magia pela primeira vez. O grupo de viajantes resolveram abandoná-la ali, com uma pequena festa de despedida, o que a deixou muito feliz em saber que tinha amigos, mas que não poderiam parar, talvez houvessem mais pessoas como ela que necessitavam de companhia nas estradas e assim, na manhã seguinte, seguiram seu rumo enquanto a garota ficou na cidade, hospedada no sótão de uma taverna da qual conseguia pagar sendo garçonete temporária.

O local era como um grande albergue, onde muitos viajantes passavam e desfrutavam da culinária ou das bebidas e como tinha espaço, mas pouco a oferecer e de braços abertos, aceitavam doações ou mesmo, davam trabalho para aqueles que queriam se esforçar por aquele reino. Conheceu muitas pessoas, brigões que tinham uma história triste por trás de suas cicatrizes e que se orgulhavam ao contar de seus combates, magos inexperientes que desabafavam acompanhados de doses fortes de bebidas enquanto discutiam a dificuldade que era algumas conjurações, civis comuns que apenas falavam do dia-a-dia como se fosse algo atraente (pois gostando ou não, era uma realidade bem diferente dos escolares) e era fascinante ver as histórias do povo.

Aos poucos fora começando a ter o gosto por Arshelia e resolveu ingressar aos estudos arcanos.

Lia muito, assistia aos mais experiente e de títulos conjurando, mas dificilmente conseguia recitar tais magias e lança-las com a mesma precisão, forma ou poder. Suas bolas de fogo eram mais uma brasa que se esfarelava ao contato do vento e não ia além de alguns segundos de sua criação, criação de tornados normalmente exigiam muita energia da garota que certa vez acabou por jogar-se a alguns metros do chão e teve que tirar o dia para lidar com seus machucados. Houvera uma vez ainda, que tentando lidar com magias de gelo, acabou por petrificar suas mãos e quase teve de amputar alguns dedos pelo tempo que permaneceu congelada.

Seus avanços com a magia não eram otimistas, mas estava se esforçando. Em uma noite da qual havia ficado até tarde na biblioteca, estudando a história do reino e como os magos eram na antiguidade (façanhas e demais aventuras), acabou por adormecer no local, acordando próximo da madrugada. Deixou as bíblias em cima da mesa e sem coloca-las em seus devidos locais, apenas os deixou e com sorte, ainda estariam ali no outro dia, pedindo para que não fossem guardados por funcionários assim que saiu do local (recebendo uma careta como resposta por seu desleixo).

Retornava às pressas para a taverna em que trabalhava e no meio do caminho, acabou por ouvir murmúrios na noite. A Lua, pálida e suprema diante das estrelas, parecia olhar para a garota como uma grande orbe sem íris, que não importava onde fosse, ela a observava. O mundo era como uma esfera ao redor do satélite natural. Becos escuros eram impossíveis de serem vistos e aos poucos, o pânico começou a tomar conta de si quando começou a ter visões no rabo-do-olho, como se algo ou alguém estivesse ali, mas no momento em que virava o rosto, não havia uma única alma.

Apressou o passo até começar a correr, mas como em uma esteira, não se sentia saindo do lugar, olhava para o céu vez ou outra e ainda havia aquela Lua que a perseguia, parecendo ainda mais próxima como um gigante colossal que se aproxima para melhor ver as “formigas” que eram os humanos. Algo definitivamente não estava certo até que se encontrou aos arredores da biblioteca, ainda, sem ter saído do local, apesar do tanto que havia percorrido naquele início da madrugada.

Adentrou novamente no local, mas lá não havia mais atendentes ou demais estudantes que também viravam a noite estudando, estando sozinha no mundo. Não conseguia compreender o que se passava e saiu do local após avistar que já era meia noite e agora que as coisas tornavam-se mais estranhas.

Sua visão tornou-se turva, as laterais de seus olhos estavam com uma mancha pulsante que a deixavam com um pouco de dor de cabeça e via o mundo por trás de um “vidro sujo”, fazendo-a sentir falta de ar. O terreno ainda era o mesmo, mas o sentimento de que estava sendo observada pelo astro a incomodava mais do que o normal, parecia vivo e nunca em sua vida sentiu-se tão pequena como naquele momento, enlouquecendo aos poucos. Cada passo que dava no chão, era como se sua perna fosse tragada e ela tivesse de usar de força para saltar de onde estava enquanto seu fôlego era consumido o tempo todo.

Quando não mais conseguia se mover, tendo seu sistema nervoso entrando em colapso pelas ilusões, caiu no chão enquanto todo seu corpo entrava em espasmo, revirando os olhos com o coração batendo fortemente. Um bilhete fora deixado sobre seu peito, dizendo que não era bem vinda a estudar por ali.

Autoridades foram contatadas, mas a quantidade de ilusionistas por Arshelia era enorme, logo, nada fora feito. Na taverna em que ficava, juntou de alguns companheiros estudantes, porém o que havia passado havia mexido tanto consigo que sentiu dificuldade que todos por ali queriam o seu bem, não mais confiando naqueles que todos os dias iam ali para tomar um café da manhã, conversar ou mesmo, apenas cortejar a garota estrangeira.

Procurou sozinha pelos arredores dos locais que frequentava, mas dificilmente alguém iria lhe dar alguma informação, pois se nem as autoridades sabiam, o que ela sozinha poderia fazer? Sentiu uma saudade inesperada por Ageen, mas não um ódio por Arshelia, apenas por sua população mais ignorante, parecia que gostavam da guerra.

Em suas buscas, acabou por encontrar uma seita, um grupo de pessoas que nos arredores das cidades, conjuravam os mortos para que falassem de suas vidas para que melhor fossem interpretadas ou conhecidas, tudo para fins acadêmicos, mas que na prática, poderiam ser vistos de uma forma horrível por importunar os mortos. Diversas maldições já haviam recebido por aqueles que não queriam cooperar e apenas ter sua existência apagada durante o abraço da morte.

Aparecendo em um dos cultos, não conseguiu uma informação se quer sobre o que queria, mas forjou algumas amizades por lá, parecendo mais uma garota curiosa do que qualquer outra coisa, apesar de todos saberem o que ela realmente queria.

Após cerca de um mês servindo ao local, começaram a inicia-la nas artes da necromancia para que, talvez, os mortos que não tinham lealdade mais com sua terra, agora que não mais viviam para servi-la, pudessem ajudar a ruiva. Não fora de nenhuma surpresa saber que a pouca habilidade mágica da garota só a permitiam trazer insetos para a vida, mas isso não era um problema. Agradeceu a todos e preparou-se para ser a própria isca.

Fora para a biblioteca com um saco cheio de insetos mortos, pegos durante o dia ou roubados de teias de aranha, pelas ruas, etc. Ficou até mais ou menos o horário do antigo ocorrido e reencenou tudo o que havia ocorrido, apenas para chamar a atenção, também se fazendo de dormindo para prestar atenção na movimentação local, da qual não mudara em nada.

Ao sair da biblioteca, agora sem dar desculpa alguma aos funcionários, estava ansiosa pelas ilusões, que não começaram leves como da outra vez que, de forma gradual, iam modificando a realidade ao seu redor para algo egocêntrico e explosivo. Agora já vinha com força. Sua visão não mais era por trás de um “vidro sujo”, mas agora, era como se todo seu rosto estivesse por trás de uma máscara de plástico lacrada a vácuo, o que lhe causou um desconforto enorme. Seu corpo parecia pesado, sua musculatura estava tensa e contraída sem saber exatamente o porquê, sentia-se fazendo um esforço enorme, mas sem motivo. Apesar da face de terror ao achar que talvez seu plano não fosse funcionar e mais uma vez teria um colapso, soltou o saco de insetos mortos que caíram em peso no chão e conjurando a invocação para que aquelas pequenas criaturas fizessem seu retorno, ela abriu um sorriso nervoso ao ver que aos poucos eles começavam a se mover e voar indefinidamente ao ser redor.

A massa “cerebral” deles não passava de uma pasta, logo, eram imunes às ilusões e com isso, voaram e rastejaram até quem induzia aquilo “na sua mestra”, que assim que acharam, os gritos dos vivos vieram com força em sua cabeça, dando-lhe dores como se a sua audição estivesse mais sensível. Caiu de joelhos no chão e olhou os arredores, procurando saber de onde vinha aquilo e perseguindo um grupo de moscas que se esforçavam a manter-se em pleno ar, achou um grupo de três estudantes que estavam cheio de animais mortos e esmagados sobre o corpo, mas que não paravam de vir. Esse era o terror da necromancia, eles podem não serem rápidos ou fortes, mas são constantes, imparáveis.

Ajudou “suas criações” a desmaiar os três em meio ao medo, o desespero, do pútrido, da morte e assim, chamou os bibliotecários, que logo chamaram autoridades que levariam os jovens a julgamento.

Sentindo-se vitoriosa, fora contar de seus feitos para os outros necromantes, que ficaram felizes em tê-la ajudado. Permaneceram ainda estudando, mas não houve muito progresso por parte da garota.

Em menos de um mês, não mais se falava naquilo e se ela quisesse descobrir o motivo, era simplesmente por não querer denegrir a imagem do reino, abafaram o caso. Logo viu que não mais tinha motivos para estar ali. Não era uma mestra na necromancia, mas o pouco que sabia, poderia estudar por si e com tais pensamentos, retornou com um desgosto em seu peito para Ageen.


Última edição por Anatoly Cherno em Qui Ago 11, 2016 6:19 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ana VIII   Qui Ago 11, 2016 6:00 pm

[aviso="Ficha Reprovada"][/aviso]
• Seus atributos somam 20 pontos ao total, a velocidade de ataque não entram nos mesmos pois você ganha 3 pontos de atributos grátis apenas para esse atributo ou seja, você não aumenta ou diminui os mesmos no lvl inicial.
• Auras Elementais não podem ser utilizadas no lvl inicial elas são melhorias para as 3 inicias, coisa que você consegue ao atingir o lvl 2.
• Desvantagem Racial humana faltando .
• Sp calculado errado LvL 1 x 2 = 2 + Resistencia = 3
• Essas são as mudanças a serem feitas ajeitando isso sua ficha será aprovada.




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MensagemAssunto: Re: Ana VIII   Qui Ago 11, 2016 6:21 pm

Editei

Sobre o SP, eu uso SP por ser uma classe mágica (necromante) e não ST, logo seria:

lvl 1x2 + 7 (poder mágico) = 9

Citação :
~ Sp e St ~

Todas as classes utilizam destes pontos para realizar suas habilidades, sejam elas fisicas ou magicas. De acordo com cada classe se utiliza uma variação matemática simples para saber o quanto seu personagem tem. Abaixo segue a relação:

Classes Fisicas: LvL x2 + Resistencia
Classes Magicas: LvL x2 + Poder Magico

Utilizadores de St

Caçador - Barbaro - Algoz - Justiceiro - Guerreiro - Monge

Utilizadores de Sp

Druida - Mago - Invocador - Shaman - Ilusionista - Mago Branco - Necromante


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MensagemAssunto: Re: Ana VIII   Qui Ago 11, 2016 6:32 pm

[sucesso="Ficha Aprovada"] Seja bem vinda ao universo de The Kingdom RPG![/sucesso]




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